Encontros de poder no campo missionário na vida de Bonifácio

Chun Chung
série Meditações missionárias

DIA 10 – Leia: 1 Reis 18:19-39

1. Por que o culto ao deus Baal foi estabelecido tão facilmente em Israel de acordo com o verso 21?
2. Como Elias, que foi um mero homem (Tiago 5.17), sabia que iria sair vitorioso?
3. Os profetas de Baal foram tolos ao aceitar o desafio nos termos de Elias? Eles tinham esperança que iria cair fogo do céu no seu altar?
4. Quais atributos e limitações humanas Elias usa para zombar de Baal?
5. Por que as 12 pedras no altar são significativas no contexto?
6. A quem é dada a glória e o crédito pela vitória no verso 36?
7. Qual foi a finalidade de todo esse evento no monte Carmelo?
8. Qual outra lição no texto você tira para sua vida?


Invariavelmente, em todos os lugares onde chega um missionário, ele encontra uma religião local com suas divindades, práticas e liderança religiosa. Cedo ou tarde o confronto direto contra esses sistemas será inevitável. Coragem e ousadia encharcados pela oração e jejum são necessários nesses encontros de poder. O confronto entre Elias e os profetas de Baal é a epítome bíblica de uma realidade muito comum na linha de frente da expansão do reino de Cristo. Por detrás de sistemas e tradições religiosas humanamente criadas estão poderes demoníacos que operam sinais e prodígios, mas que no final acabam escravizando as pessoas sob seu domínio. O culto a Baal, o deus da fertilidade, era um dos mais poderosos sistema que o mundo antigo já conheceu e na época do rei Acabe, Israel que vinha flertando com este ídolo há muitos anos, pela primeira vez adotava este sistema como a religião oficial.
Para que o encontro de poder entre Baal e Yahweh ocorresse, todo um cenário é preparado. Durante 3 anos não chove em Israel como um ato de juízo divino e com isso o deus da fertilidade e chuvas é completamente desmoralizado. Finalmente, todo o povo é convocado para testemunharem aquele momento crucial. Jezabel não fez questão de comparecer ao Monte Carmelo porque na pior das hipóteses ela também seria morta pela multidão com os demais profetas de Baal.
Bonifácio foi um bispo missionário cristão que viveu do ano 675 a 754 A.D. e escolheu as tribos germânicas para levar as boas novas. O evento mais marcante do seu ministério foi quando ele propôs um desafio em um local considerado sagrado e habitação de deuses pelos pagãos. No local havia uma grande e antiga árvore conhecida como o Carvalho de Thor. Bonifácio desafiou-os dizendo que o deus trovão deles o impediria se tentasse cortar a árvore. Em meio a gritarias e maldições proferidas pelos pagãos, Bonifácio começou a golpear a machadadas o Carvalho de Thor para o desespero dos que assistiam a cena inertes e sem reação. Logo os xingamentos e ofensas passaram a brados de louvor a Deus. A madeira do carvalho foi usada para se construir uma capela que se tornaria o monastério de Fritzlar. Em sua vida tentou reformar muitas práticas ilegítimas da Igreja Católica e trabalhou para evangelizar milhares de pagãos na região onde hoje se encontra a Alemanha.

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