Os frutos da renúncia de Charles T. Studd

Chun Chung
série Meditações missionárias

DIA 5 – Leia: Marcos 10:17-31

1. A pergunta do jovem rico para Jesus foi sincera?
2. O que para ele significava a vida eterna?
3. Como o jovem entendia obter a vida eterna?
4. Como Jesus aborda esse entendimento que o jovem rico tinha a respeito da vida eterna?
5. O que você entende por “Jesus, fitando-o, o amou”?
6. Qual dos 10 mandamentos o jovem quebrou ao não seguir Jesus depois de vender tudo o que tinha e dar aos pobres?
7. Qual a lição que você tira com a metáfora do camelo e da agulha?
8. Jesus estava prometendo prosperidade aos discípulos dizendo que receberão muitas coisas nesta vida?
9. O que você entende por “muitos primeiros serão últimos; e os últimos, primeiros”?
10. Qual outra lição no texto você tira para sua vida?


Diferente da história do jovem rico da Bíblia, o jovem rico Charles Thomas Studd largou tudo para seguir a Cristo. Nascido numa rica família britânica Studd foi influenciado por seu pai que entregara a vida para Cristo numa cruzada evangelística de D. L.  Moody. Aos 16 anos destacou-se como jogador de cricket, na época o esporte mais popular, chegando a ser o capitão do time universitário. Tinha um futuro promissor como jogador sendo considerado um dos melhores, mas tudo viria a mudar depois dele entregar sua vida para Cristo quando recebe a visita de um pregador anônimo à sua casa. A alegria inicial da salvação foi logo sucedida por um período de 6 anos de esfriamento.
Alegria da salvação foi restaurada quando ele realmente entendeu o que significava ter a vida eterna. Não era algo pessoal e individual, mas algo que deveria ser compartilhado por ser muito precioso. Ele começou a pregar aos seus companheiros de time e amigos e sentiu a verdadeira alegria ao ganhar pessoas para Cristo vendo a festa dos anjos no céu muito mais empolgante do que ganhar um jogo de cricket e ser ovacionado pela multidão desconhecida. Depois desse avivamento pessoal, Studd, na Universidade de Cambridge, ouviu um missionário falar da necessidade de obreiros na China. Ele não teve dúvida, foi e fez um entrevista com Hudson Taylor para fazer parte de sua equipe.
“Vai, vende tudo o que tens, dá-os aos pobres e terás um tesouro no céu; então vem e segue-me”. Charles T. Studd também se viu nesta encruzilhada aos 25 ano de idade quando recebeu uma enorme herança que equivaleria hoje a 70 milhões de reais. Para fazer parte da Missão para o interior da China de Taylor, Studd teria que deixar tudo e viver fazendo missões pela fé, sem confiar em riquezas ou métodos humanos, mas somente em Deus. Ele foi e doou tudo para George Miller, que mantinha uma rede de orfanatos, D. L. Moody, pregador itinerante de Chicago que fundou o seu instituto bíblico, gratuito até hoje, e para o Exercito da Salvação. Studd foi um dos jovens na história a passar pelo buraco da agulha.
Ao chegar na China fez parte do grupo conhecido como os 7 de Cambridge, jovens missionários que aceitaram o apelo de serem missionários enquanto estavam na universidade. O trabalho no interior da China durou 10 anos e foi um período de muitos sofrimentos e dificuldades para alcançar as regiões mais remotas e sem a presença do evangelho. Sempre que voltava para a Inglaterra ou pregava nos EUA o seu testemunho e pregação falava de tal maneira às pessoas que muitos se convertiam e outras se consagravam missionários.
De 1900-1906 pastoreou colonos e oficiais britânicos na Índia obtendo grande números de conversões. Em 1910 foi para o continente africano onde também trabalhou em regiões remotas. No Congo estabeleceu 4 bases missionárias entre tribos africanas.

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