Missiólogos

A vida e a obra de cristãos que pensaram a Missão

Passe as imagens

David Bosch

Missionário na África do Sul;
Doutorado em Novo Testamento na Universidade de Basiléia, Suíça, sob influência de Oscar Cullman;
Professor da Universidade de Pretória, secretário da Sociedade Sul-Africana de Missiologia, e diretor da revista Missionalia;
Participou de Lausanne e da Aliança Evangélica Mundial.

Áreas de pesquisa:
Missiologia;
Defende um novo paradigma de missões para século XXI, mais ecumênico. Defende, também, uma teologia de contexto em contraste com as missões mais colonialistas.

Principal obra:
Missão Transformadora

John Stott

Foi pastor anglicano inglês.
Formado em Línguas e Teologia pelo Trinity College e pelo Hidley Hall, em Cambridge, e doutor honoris causa em diversas universidades.
Foi o principal articulador do Pacto de Lausanne e do Manifesto de Manila, além de presidente honorário do Movimento Lausanne. Foi presidente do Tearfund e fundador da Langham Partneship.

Áreas de pesquisa:
Missiologia. Defende uma ideia de missão mais integral, definida como tudo o que a igreja foi enviada a fazer no mundo, tanto na função de proclamar quanto de servir.

Principais obras:
A missão cristã no mundo moderno
Pacto de Lausanne comentado

Christopher Wright

Foi missionário anglicano na Índia.
PhD em Cambrige em Antigo Testamento.
Foi reitor da All Nations Christian College e lecionou na Union Biblical Seminary, em Pune, Índia. Também, foi presidente do grupo de trabalho de Lausanne, que foi responsável pelo Compromisso da Cidade do Cabo, de 2016. Atualmente, é diretor internacional da Lagham Partnership

Áreas de pesquisa:
Missiologia; Antigo Testamento.
Defende que os planos de Deus dirigem os propósitos do povo de Deus e que as Escrituras possuem uma base missional e a missão é o seu tema geral

Principais obras:
A missão do Povo de Deus
A Missão de Deus

Don Richardson

Missionário canadense entre tribos da Indonésia.
Formado pelo Prairie Bible Institute e pelo Summer Institute of Linguistics.
É professor e diretor de Estudos dos povos tribais em US Center of World Mission, em Pasadena, EUA.

Áreas de pesquisa:
Antropologia missionária e contextualização.
O autor defende a ideia de que cada cultura possui analogias redentoras para a apresentação do evangelho.

Principais obras:
Fator Melquisedeque
Totem da Paz
Senhores da Terra

Paul G. Hiebert

Foi pastor e missionário na Índia.
Formou-se no Mennonite Brethren Biblical Seminary, na Índia, e recebeu seu PhD pela Universidade de Minnesota.
Foi professor de Missão e Antropologia no Fuller Theological Seminary e no Trinity Theological Seminary.

Áreas de pesquisa:
Antropologia missionária. Formulou o conceito de “meio excluído”. Para Hiebert, os Ocidentais tinham facilidade em crer apenas no invisível do outro mundo, e no visível deste mundo. O meio excluído seria o invisível deste mundo, em que os não ocidentais teriam mais facilidade de crer.

Principais obras publicadas no Brasil:
O evangelho e a diversidade das culturas
Transformando cosmovisões

Eugene Nida

Foi pastor e missionário americano entre os Tarahumara, no México.
Mestre em Grego do NT pela Universidade da Califórnia e Ph.D em Linguística pela Universidade de Michigan.
Foi linguísta da American Bible Society e um dos fundadores da Wicliffe Bible Translators. Foi um dos primeiros mestres da disciplina de Estudos de Tradução.

Áreas de pesquisa:
Linguística e tradução da Bíblia. Autor da Teoria de Tradução por Equivalência Dinâmica, que propunha apresentar uma tradução do pensamento da língua fonte, ao invés de uma tradução palavra por palavra.

Principais obras publicadas no Brasil:
Costumes e culturas

Ralph Winter

Foi missionário americano na Guatemala.
Recebeu seu B.Div no Fuller Theology Seminary e foi professor do Fuller Seminary, em Pasadena.
Fundou a William Carey Library e a U.S. Center for World Mission. Em Lausanne, apresentou a ideia de Povos Não Alcançados pelo evangelho. Chamava-se a si mesmo de “engenheiro social cristão”.

Áreas de pesquisa:
Estratégia de missões. Apresentou a ideia de “povos escondidos”, os chamados Povos Não Alcançados, demonstrando que o foco das fronteiras da missão deveria deixar de ser político, para ser cultural.

Principais obras:
Perspectiva do Movimento Cristão Mundial

 

Deixe uma resposta