A glória de Deus na selva Amazônia na vida de Sophia Müller

Chun Chung
série Meditações missionárias

DIA 7 – Leia: Salmo 96

1. O cântico novo aparece em que outro lugar no Novo Testamento?
2. O nome de Deus usado nesta passagem, SENHOR, isto é, Yahweh, é o nome pessoal e mais íntimo. Por que isto é significativo?
3. Para quem a glória de Deus deve ser anunciada?
4. Como o SENHOR é comparado aos demais deuses?
5. O que as pessoas tributam no texto?  O que é o tributar para você?
6. O que podemos esperar quando o Reino do SENHOR chegar até as nações de acordo com os versos 10-13?
7. Por que o juízo de Deus é mencionado aqui?
8. Qual outra lição no texto você tira para sua vida?


“Missões existe porque não existe adoração”. A frase de Jonathan Edwards popularizada por John Piper é o tema deste salmo. A então jornalista do New York Times Sophia Müller entendeu esta necessidade logo após sua conversão na década de 40 quando um grupo de pessoas fazia evangelismo de rua em Nova Iorque e a convidou para um estudo bíblico. Sua oração foi: “Deus, mostre-me o que o Senhor quer que eu faça da minha vida”. Ela foi trabalhar com a agência Novas Tribos e foi para a região da Amazônia aos índios Curipacos.
O SENHOR, isto é, Yahweh era o Deus de Israel. Não era para ser somente deles mas de todas as nações. De todas as tribos, clãs e famílias da terra. Os Curipacos estavam nos planos de Deus. Sophia ouviu falar deles por meio de alguns seringueiros quando ela estava na Colômbia se preparando para entrar na selva. Um deles disse: “Você não pode ir lá, eles vão te matar”. Mas um outro disse: “Os Curipacos são bons índios”. Ela resolveu ir até encontrá-los.
Quando o Reino de Deus chega em determinado lugar tudo muda. Foi o que aconteceu com Jesus quando muitos foram curados e os demônios expulsos daquele local. Logo que Sophia chegou na tribo dos Curipacos ela notou muitos rituais estranhos como bebedeiras e alucinógenos sob o comando dos feiticeiros e bruxos da tribo. A imoralidade sexual entre os índios causava ciúmes e amigos logo viravam inimigos. No entanto, uma lenda corria a gerações, quando alguém importante teve um sonho no qual alguém de aparência esquisita iria vir com grande poder e sobrepujar a dos bruxos da tribo. Foi preparada para ela uma refeição de boas vindas, galinha com o veneno mais poderoso da selva que mataria qualquer pessoa em 5 minutos. Ela comeu o ensopado e todos olhavam atentos para ela. Ela chegou a vomitar um pouco e os cachorros que lamberam o vômito caíram mortos, mas nada aconteceu a ela. O bruxo que preparara a refeição entregou sua vida ali mesmo. Sophia ficou conhecida como a filha de Deus e teve livre acesso a todos os lugares da região.
O evento mais incrível de sua vida aconteceu quando a Igreja Católica incitou policiais a prenderem ela com acusações infundadas. Na cadeia, enquanto aguardava julgamento, os guardas discutiam e tiravam a sorte para ver quem iria estuprá-la primeiro. Neste momento, caiu-lhe um profundo sono e ela acordou no meio da floresta sozinha. Os índios Curipacos encontraram ela numa praia de rio enquanto remavam sua canoa.
Rapidamente ela aprendeu a língua deles e ensinou os índios a lerem. Aprendeu outras línguas indígenas e foi capaz de deixar como legado 7 traduções do Novo Testamento. Em 40 anos de ministério plantou 200 igrejas entre os índios e treinou 50 pastores indígenas.

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